Ofertas de cursos e obras estruturais compõem o PDI

Foi apresentado na tarde de ontem (7) para a comunidade escolar do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (Ifro) campus Cacoal, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Este plano norteará as ações da instituição nos próximos cinco anos, tendo validade do ano de 2018 a 2022. A apresentação foi na Câmara Municipal.

Esteve presente na apresentação, a pró-reitora de desenvolvimento institucional do Ifro Maria Fabiola Santos, ela contou que há um ano esteve em Cacoal e junto com a comunidade, ouviu os desejos e necessidades de melhorias para o campus de Cacoal. E agora trouxeram a resposta de tudo que foi sugerido.

“Esse documento norteia a instituição para onde cresceremos. É um plano bem amplo, que apresenta todo o diagnóstico do Ifro, histórico, qual nossa missão, valores e o que queremos ser daqui cinco anos. Nosso objetivo é formar esses alunos para que atuem no desenvolvimento regional do estado de Rondônia”, explicou Fabiola.

Dentro do plano foram elaborados 16 objetivos, entre eles o plano de ofertas de cursos, que traz como proposta a inclusão de cursos técnicos, como agropecuária, agroecologia e informática. Já como cursos superiores o instituto deverá incluir na grade licenciatura em matemática, licenciatura em geografia, bacharelado em zootecnia e curso superior em tecnologia em agronegócios. O Ifro também deverá oferecer pós-graduação em ensino de ciências e matemática. “Foram os próprios alunos, que nos sugeriram quais os cursos a serem inclusos no plano e nós vendo as oportunidades que o campus podia ofertar, criamos o plano de ofertas de cursos, reformas e obras, pois se queremos novos cursos, precisamos trabalhar a parte estrutural, seja ela física ou tecnológica”, contou o diretor de planejamento do Ifro, Leonardo Araújo. (Magda Oliveira)

Proposta garante evolução 

Para o diretor do Ifro campus Cacoal, Davys Sleman, o PDI é o que define a forma de trabalho dos próximos anos, ele é fundamental para a evolução da instituição. “Sem esse estudo nada poderia ser feito e envolver a comunidade nessas escolhas é fundamental, pois às vezes ficamos presos dentro do campus e acabamos desconhecendo as reais necessidades. Então a opinião da comunidade escolar é fundamental para avaliarmos se estamos no caminho certo ou se temos que fazer alguma mudança”.

Michelly Aker, 15, já consegue projetar o que quer profissionalmente para o futuro. Cursando técnica em agropecuária, espera seguir a carreira no Ifro e cursar zootecnia. “Acho importante poder participar desse planejamento, pois assim nós alunos ficamos sabendo o que ocorrerá no nosso local de estudo. O curso de zootecnia é uma área que me chama muita atenção”.

Fonte: Diário da Amazônia