Caixa dá novo prazo e diz que 200 casas populares serão entregues em setembro em Espigão, RO

A Caixa Econômica Federal (CEF) informou, na segunda-feira (27), que as 200 unidades habitacionais construídas em Espigão D’Oeste (RO) devem ser entregues no mês de setembro deste ano. As casas fazem parte do Residencial Esperança e deviam ser entregues em 2015.

A obra está orçada em R$ 12 milhões. Conforme mostrou o G1, na segunda-feira (27), os imóveis já foram erguidos e são compostos por dois quartos, sala, cozinha conjugada e banheiro. Segundo a Caixa 91,16% da obra já foi concluída, faltando apenas a realização de serviços hidráulicos, de pintura e elétricos.

Em uma vista neste mês de maio ao Residencial Esperança, a reportagem encontrou marcas de deterioração. Algumas janelas instaladas já foram quebradas e fios elétricos e caixas d’água furtados.

Entenda o caso

Centenas de famílias aguardam, desde 2015, a entrega da tão sonhada casa própria no Residencial Esperança em Espigão D’Oeste (RO), a 539 quilômetros de Porto Velho. O motivo da espera é o atraso na obra de 200 casas populares, que, após quatro anos, não há previsão para ser concluída.

Terreno doado pela prefeitura

De acordo com o prefeito de Espigão, Nilton Caetano (PP) a responsabilidade sobre a obra é da Caixa Econômica Federal (CEF). A prefeitura ficou responsável apenas pela doação do terreno e terraplanagem para a construção do asfalto.

Veja a nota da Caixa na íntegra da Caixa:

A CAIXA esclarece que, no PMCMV-Entidades, a executora das obras é a entidade organizadora. Com relação ao Residencial Nova Esperança em Espigão D’Oeste (RO), a entidade é a Associação Habitacional de Rondônia (HABITAR). Nesses contratos, os pedidos de alterações de cronograma são enviados ao Ministério do Desenvolvimento Regional, gestor do programa, para análise.

A previsão de entrega do empreendimento é setembro de 2019. Até o momento, 91,16% da obra foi executada, estando pendentes serviços hidráulicos, de pintura e elétricos.

A CAIXA esclarece, ainda, que a assinatura dos contratos pelos beneficiários é realizada somente ao final da obra, após atualização do cadastro pela prefeitura. No momento desta atualização, caso o beneficiário não se enquadre mais nas regras do PMCMV, é realizada a sua substituição.

Fonte: G1